E você está certo sobre a gestão do tempo que escolheu, eu também prefiro assim. Eu não sou um cara que tem perfil político. No máximo sou a voz da minha casa, representando minha família em alguma situação. Nunca pensei em ser a voz da minha classe (embora tenha sido representante de classe uma vez), nem no meu trabalho, nem na minha igreja, nem no meu bairro, imagine na cidade, estado ou país. Eu tenho realmente outros interesses.
Essencialmente sou o mesmo de 2015 ou 2016, aquele que não se engajava em política. Nas eleições de 2018, parecia que eu tinha mudado, mas o que parecia militância política só era mesmo um momento favorável para defender ideias presas pela patrulha de pensamento que já existia. Era só sobre liberdade pessoa e uma certa identificação com alguma figura política, que nada me inspirou a seguir seus passos nessas vias entrar procurar virar um ente estatal pelo povo.
Os exemplos que você citou são comuns e fortes, mas eu não preciso olhar para os outros se quiser ver falta de alguma virtude, pois eu mesmo não sou tão virtuoso como deveria. E o curioso é que a gente precisa assumir uma postura de liderança em alguns momentos, ainda que humilde em comparação às autoridades estatais, mas ainda assim é algo parecido com política. Se bem que a liderança de uma casa não se comapare à democracia, não tem voto, a gente não sabe quando termina (pode durar menos de quatro anos ou mais), mas podemos liderar e inspirar pessoas para algo melhor ou pior.
No final das contas estou fazendo ums espécie de ode a alguém que nem eu mesmo vou votar. As coisas são engraçadas. O quê eu e nosso país precisamos é do temor do Eterno, amor e respeito.